quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Falando nisso... configurando crenças

O, tudo bem? Antes de ler o texto abaixo tenha ciência que são apenas idéias, pensamentos, opiniões de minha pessoa. Seria um desastre provocar descrença ou algum tipo de ofensa ao respeitável visitante.
O ser humano é muito ligado naquilo que outras pessoas pensam... a grande maioria não tem uma opinião própria... Estão sempre "acompanhando" aquele que lhes passa as idéias de uma forma interessante e passiva.
Pergunte a uma pessoa se existem pirâmides no Egito e rapidamente ela responderá que sim, mesmo sem nunca ter ido lá para comprovar, ela já viu em documentários, filmes e revistas... Pergunte sobre Alienígenas e a resposta provavelmente vai ser não! Embora passe em documentários, filmes e revistas. Se lermos um livro, vamos acreditar na grande maioria de informações escritas, especialmente se não soubermos nada do assunto. Quase nunca termos uma postura crítica construtiva parra um assunto diferente de nossa vida. Acreditar em algo que você nunca viu deveria ser altamente questionador, mas a fé cega às pessoas, elas acreditam naquilo que elas querem,  naquilo que as colocará dentro de uma camada da sociedade ou naquilo que lhes foi imposto por seus parentes desde criança, fixando permanentemente a idéia. Isso fica bem claro na formação do esquadrão de “homens-bomba”(isso mesmo, eles não são tão diferentes de nós, na verdade eles são extremamente mais crentes no seu ideal, capaz de perder a vida, só que para um ato terrorista e mal, visto por nós).
Desde que nasci, minha família é extremamente religiosa, comigo não podia ser diferente, afinal foi me ensinado que Deus existe e és amor, onisciente, onipotente e onipresente. Porém, ao passar dos tempos muitas coisas não se encaixam, falhas muito claras expostas sem explicação, textos e lógicas sem vinculo e pra piorar, livros escritos por pessoas que nunca vi, e muitos menos conheci.
Meu pai ou minha mãe não pode dizer que devo indiscutivelmente acreditar na bíblia, porque eu não acredito nela. Es a frase que sempre digo “acreditar ou fazer, me convença!”. Já me perguntei se Jesus existiu, cheguei a conclusão que sim, seria impossível psicologicamente falando, alguém tê-lo inventado(o considero “o Mestre do amor”). Porém seus milagres, perfeitamente e possivelmente simbólicos...

Se você ainda está lendo, deve está pensando que eu não acredito em Deus, pois bem, eu acredito, mas sem certeza. Acho o universo e a vida extremante complexo para surgi do nada, e vamos ser francos, acreditar que o universo foi feito em 6 dias não é da minha personalidade. Uma coisa que me deixa intrigado é que cada língua tem o nome “Deus” próprio (God, Deus, Dios, Gott), porque isso se Ele é um só? (...) Isso dá a entender aos puros e inocentes de coração(eu srsrsrs) que existe um Deus para cada nação.
Acreditar em Deus me deixa mais protegido, confortável, leve e crente que a vida seja eterna. Caso contrário, me sinto lógico, frio, vida passageira, e principalmente livre.Mas isso é pessoal.

Como já descrevi anteriormente, as pessoas acreditam naquilo que elas querem, acharem melhor, ou o que foi fixado em suas personalidades durante a vida. Lembre-se que quando acreditamos ou definimos algo/alguém, limitamo-las.
Devemos apostar (acreditar) em que Deus existe ou em que Deus não existe. Se Deus não existe, aquilo em que apostarmos fará pouca diferença. Mas se ele existir, fazemos um grande negócio. Assim, a pessoa esperta ou sensata apostará (acreditará) que Deus existe. O universo está aí para dizer o que é verdade e mentira. Conheça-se antes de querer conhecer Deus, se Ele existir, só o conhecimento nos dirá, a fé cega e iletrada, jamais!



Se discordar de algo, comente!
 Att Layon de Oliveira Melo

Um comentário:

  1. Interessante, mt interessante mesmo.
    To comentando... mas não discordo não tá? rs

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