“Vc estuda?”
“sim, claro”
“em qual matéria vc é ninja?”
“Filosofia”
“sério?!”
“sim, só sei q nada sei”
¬¬ rsrsrsr
É incrível como escrevo tanto aqui, acabo apagando tanta bobagem e sempre deixo um erro passar... como é chato está confuso das coisas, no início do ano estava tão certo do que queria, mas agora... cabei de me perguntar se estou louco(?). Veio tanta coisa na minha cabeça agora q se eu fosse falar iria confirmar isso.
Bem, mas a conversa de hje não é sobre loucuras, e sim algo q está muito presente em nosso dia-dia, sobre sentimentos.
Belo dia acordei numa linda manhã de sol e ao cantar de passarinhos apaixonados e irradiantes, tomei banho, café, tudo legal. Minutos após, saí com a necessidade de pegar um ônibus para minha locomoção à escola, meu pai não podia me levar no dia e fiquei com raiva dele, “coisa de pobre andar de ônibus, resmunguei comigo mesmo”. Esperando o transporte, quando de repente aparece uma mulher magra, franzina com uma espécie de saco-de-pano nas costas, ela mal conseguia segurar essa coisa, quando inesperadamente percebo q é um “bebe”, fiquei pasmo de como ele ficava quieto ali, sem chorar, sem se mexer, seus olhos pretos brilhavam como um olhar curioso e sonhador.
Todos pensavam que a mãe que vendia canetas estaria muito melhor se não tivesse aquele bebe, que tudo ficaria mais fácil... Mas a verdade é que toda força daquela mãe vinha do pequeno, que sem ele, provavelmente acabaria todos os sonhos, esperanças e amor q ela tinha. Deu vontade de comprar todas as canetas, mas como havia pouco dinheiro comigo comprei uma.
A vida me ensinou algo muito valioso naquele dia, as vezes eu fico com raiva por não ter algo a minha disposição, quão egoísta eu fui, quão egoísta eu fui... enquanto algumas pessoas se esforçam por mim, eu simplesmente ignorava isso.
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